sábado, 25 de dezembro de 2010
The Only Exception
When I was younger I saw
My daddy cry and curse at the wind
He broke his own heart and
I watched as he tried to re-assemble it
And my mamma swore she would
Never let herself forget
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if it does not exist
But darling...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
Maybe I know somewhere deep in my soul
That love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I swored to myself
That I'm content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
I've got a tight grip on reality,
But I can't let go of what's front of me here
I know you're leaving in the morning, when you wake up,
Leave me with some kind of proof it's not a dream
Whooa...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
And I'm on my way to believing
Oh and I'm on my way to believing...
My daddy cry and curse at the wind
He broke his own heart and
I watched as he tried to re-assemble it
And my mamma swore she would
Never let herself forget
And that was the day that I promised
I'd never sing of love if it does not exist
But darling...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
Maybe I know somewhere deep in my soul
That love never lasts
And we've got to find other ways
To make it alone or keep a straight face
And I've always lived like this
Keeping a comfortable distance
And up until now I swored to myself
That I'm content with loneliness,
Because none of it was ever worth the risk
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
But you are the only exception
I've got a tight grip on reality,
But I can't let go of what's front of me here
I know you're leaving in the morning, when you wake up,
Leave me with some kind of proof it's not a dream
Whooa...
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
You are the only exception
And I'm on my way to believing
Oh and I'm on my way to believing...
“Porque eu não sei se me quero polir
também não sei se me quero limar
também não sei se quero fugir
deste animal
que anda a procurar”
Porque eu não sei se quero assentar...
Porque eu não sei se quero mudar...
E entretanto tu esperas
E suportas as minhas mudanças de ideias.
O meu caos constante!
E o que eu sinto por ti vai crescendo.
E isso assusta-me!
O risco é cada vez maior!...
Há pouco pensei: quando sentir que me apaixonei desapareço!
Continuo a dizer que não estou apaixonada por ti...
Mas começo a preocupar-me!...
também não sei se me quero limar
também não sei se quero fugir
deste animal
que anda a procurar”
Porque eu não sei se quero assentar...
Porque eu não sei se quero mudar...
E entretanto tu esperas
E suportas as minhas mudanças de ideias.
O meu caos constante!
E o que eu sinto por ti vai crescendo.
E isso assusta-me!
O risco é cada vez maior!...
Há pouco pensei: quando sentir que me apaixonei desapareço!
Continuo a dizer que não estou apaixonada por ti...
Mas começo a preocupar-me!...
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
"Adoro esse teu "jeito" único de caos constante!"
Primeiro pensamento: ele deve gostar MESMO de mim! Só isso pode explicar que adore o meu caos... constante!...
E eu? Gosto dele?! Não faço ideia!... Apaixonada não estou! Até aí tenho a certeza!
Mas quando ouço no rádio: dedique esta música àquela pessoa especial e é a ele que mando um sms isso deve querer dizer alguma coisa, não?
Mas então porquê que não me sinto mal quando me deixo levar "na aventura dos sentidos" com alguém que tem ainda menos a ver comigo?!
Confusão... Muita confusão nesta cabeça!...
E eu? Gosto dele?! Não faço ideia!... Apaixonada não estou! Até aí tenho a certeza!
Mas quando ouço no rádio: dedique esta música àquela pessoa especial e é a ele que mando um sms isso deve querer dizer alguma coisa, não?
Mas então porquê que não me sinto mal quando me deixo levar "na aventura dos sentidos" com alguém que tem ainda menos a ver comigo?!
Confusão... Muita confusão nesta cabeça!...
Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos
Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta
Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos
Tu estás só e eu mais só estou
Que tu tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta
Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás
Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia
terça-feira, 23 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
“Acreditas no amor à primeira vista? Ou é melhor passar outra vez?!”
Eu acredito no amor à primeira vista!... E não me apaixonei por ti... Nem à primeira, nem à segunda!... Nem sei se estou apaixonada agora...
Mas tanta sintonia, tanta química, tanta pele... Deixam-me confusa!...
Não tens nada a ver comigo... Nem eu contigo! Não olharia para ti duas vezes na rua... Mas isso não me desfaz a confusão!... Antes a aumenta.
Não sei o que isto é. Nem quero pensar muito nisso. Tem sempre que se saber? Não se pode deixar acontecer? Por uma vez?!...
Mas tanta sintonia, tanta química, tanta pele... Deixam-me confusa!...
Não tens nada a ver comigo... Nem eu contigo! Não olharia para ti duas vezes na rua... Mas isso não me desfaz a confusão!... Antes a aumenta.
Não sei o que isto é. Nem quero pensar muito nisso. Tem sempre que se saber? Não se pode deixar acontecer? Por uma vez?!...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Viver Despenteado
Decidi aproveitar a vida com mais intensidade... O mundo é louco, definitivamente louco... O que é bom, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto, enruga. E o que é realmente bom nesta vida, despenteia...
- Fazer amor - despenteia.
- Fazer amor - despenteia.
- Nadar - despenteia
- Pular - despenteia.
- Tirar a roupa - despenteia.
- Brincar - despenteia.
- Dançar - despenteia.
- Dormir - despenteia.
- Beijar com ardor - despenteia.
É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada(o) a mulher / o homem que decide andar na montanha russa, que decide subir...
Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres / todos os homens: entrega-te, come coisas saborosas, beija, abraça, dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta, dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!
O pior que pode acontecer é que precises de te pentear de novo...”
- Dormir - despenteia.
- Beijar com ardor - despenteia.
É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada(o) a mulher / o homem que decide andar na montanha russa, que decide subir...
Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres / todos os homens: entrega-te, come coisas saborosas, beija, abraça, dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta, dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!
O pior que pode acontecer é que precises de te pentear de novo...”
domingo, 10 de outubro de 2010
E se, contrariamente a tudo o que tenho dito até agora, eu afinal perceber que não quero uma relação?Isso faz de mim esquizofrénica? Ou só uma pessoa normal mas confusa?
Não quero uma relação pelo menos com ninguém que está por perto. Apesar de me saber maravilhosamente bem a parte física, o mimo, o desejo... Mas uma relação? Com toda a intimidade e partilha inerentes? Não...
Não sei explicar mas não sinto... Não sinto essa vontade louca de coisas simples como acordar ao lado de alguém e andarmos a arrastar-nos de pijama pela casa. Comermos tretas em frente à tv a ver séries parvas. Do dia-a-dia em que as decisões são a dois e o tempo é dividido e conciliado.
Se calhar porque já o tive e achei que era para sempre e depois percebi que era tudo uma farsa. Se calhar porque não quero perder o meu equilibrio (desequilibrado) e dar espaço a alguém correndo o risco de ele se ir embora e deixar novamente o buraco... GIGANTESCO... do tamanho do mundo...
Ou simplesmente porque ainda não apareceu aquele que me vai dar a mão e me vai fazer acreditar e querer tudo isto outra vez!
Aposto mais nesta versão. Eu tenho muito medo, é certo! Um medo que me ocupa inteira e me faz sentir pequenina e perdida muitas vezes. Mas quando sinto que é aquela pessoa quero tudo. Menos do que a lua não chega!... E neste momento a lua está a anos-luz de distância mas eu não estou preocupada... Uma viagem destas não é para qualquer um e eu prefiro esperar pela companhia certa.
domingo, 3 de outubro de 2010
1 ano e 4 meses depois cruzei-me contigo...
Não me viste, felizmente!... Foi um micro-segundo em que ainda hesitei se eras tu ou não. Vinhas com a tua nova aquisição feminina mas nem deu para ver.
Não me viste, felizmente!... Foi um micro-segundo em que ainda hesitei se eras tu ou não. Vinhas com a tua nova aquisição feminina mas nem deu para ver.
Fiquei abalada, confusa, parecia uma melga que tinha levado uma vassourada de raspão. Nem percebi o que me tinha acontecido...
Mais cedo ou mais tarde teria que acontecer... E o timing até nem foi mau de todo!... Podia ter sido bem pior. Sem dúvida!
Mas senti imediatamente as minhas convicções caírem por terra. O trabalho de meses a ruir como um castelo de areia. Eu, que finalmente tinha percebido, não só na teoria como na prática, que para uma relação de merda mais valia MESMO não ter nenhuma...
Mais cedo ou mais tarde teria que acontecer... E o timing até nem foi mau de todo!... Podia ter sido bem pior. Sem dúvida!
Mas senti imediatamente as minhas convicções caírem por terra. O trabalho de meses a ruir como um castelo de areia. Eu, que finalmente tinha percebido, não só na teoria como na prática, que para uma relação de merda mais valia MESMO não ter nenhuma...
De repente a minha vontade foi lançar-me nos braços da pessoa mais errada do mundo, mas a que está definitivamente mais perto, e pedir:
“Abraça-me”! Não me faças perguntas! Abraça-me só!...”
“Abraça-me”! Não me faças perguntas! Abraça-me só!...”
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
“E quando se pressente a mais remota hipótese de felicidade depois de tempos tão negros, devemos agarrá-la pelos tornozelos e não a largar até que ela nos arraste e tire da lama – isto não é egoísmo, mas obrigação. Se nos foi dado o dom da vida, é nosso dever (e também nosso direito como seres humanos) encontrar algo de belo nessa vida, por mais insignificante que seja.”(in, “Comer, Orar, Amar”, Elizabeth Gilbert)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Posso não saber o que quero... (Confesso, mea culpa!...) mas sei, indiscutivelmente, o que NÃO quero!
Não quero esquemas manhosos, não quero partir o coração aos outros (nem a terceiros). Não quero ser a outra, não quero ser a otária... Não quero voltar a abdicar de mim, da minha vida, dos meus planos e a colocar tudo isso nas mãos de alguém.
Não me quero magoar, não quero magoar ninguém...
O que quero eu afinal?! Provavelmente alguma coisa que não existe...
Porque não é bom o tempo todo, porque não é fácil. Porque há sempre uma pontinha de mágoa, muita dúvida, muito medo... E ou se aceita as regras do jogo ou vai-se para casa antes de este começar. A meio já não vale a pena. Já foste! Já entraste! Já vais ter que te aguentar à bronca! E lidar!
“Dealing” deve ser a palavra que eu mais acarinho neste momento! A palavra do ano...
“Dealing” com o bom e com o mau. Com o gosto e o desgosto. A descrença e a expectativa. Porque, por muito que diga o contrário, há sempre uma pontinha de esperança. Um “what if?!”. Que afasto para longe com um gesto de mão de quem diz: “ És tão estúpida! Porquê que tens sempre que fazer isso?”
É a vida... Tal e qual como ela é!...
Não quero esquemas manhosos, não quero partir o coração aos outros (nem a terceiros). Não quero ser a outra, não quero ser a otária... Não quero voltar a abdicar de mim, da minha vida, dos meus planos e a colocar tudo isso nas mãos de alguém.
Não me quero magoar, não quero magoar ninguém...
O que quero eu afinal?! Provavelmente alguma coisa que não existe...
Porque não é bom o tempo todo, porque não é fácil. Porque há sempre uma pontinha de mágoa, muita dúvida, muito medo... E ou se aceita as regras do jogo ou vai-se para casa antes de este começar. A meio já não vale a pena. Já foste! Já entraste! Já vais ter que te aguentar à bronca! E lidar!
“Dealing” deve ser a palavra que eu mais acarinho neste momento! A palavra do ano...
“Dealing” com o bom e com o mau. Com o gosto e o desgosto. A descrença e a expectativa. Porque, por muito que diga o contrário, há sempre uma pontinha de esperança. Um “what if?!”. Que afasto para longe com um gesto de mão de quem diz: “ És tão estúpida! Porquê que tens sempre que fazer isso?”
É a vida... Tal e qual como ela é!...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
“O teu problema, como o meu e o de muita gente, é que tu queres uma relação!...”
Pois quero, peço desculpa! Já houve uma altura em que isso era “fixe”! Agora, pelos vistos, é “old fashion”!...
O que está a dar é “one night stand”, “ménage à trois” e sexo virtual. Estou velha! E cansada! E começo a desistir do amor...
Pois quero, peço desculpa! Já houve uma altura em que isso era “fixe”! Agora, pelos vistos, é “old fashion”!...
O que está a dar é “one night stand”, “ménage à trois” e sexo virtual. Estou velha! E cansada! E começo a desistir do amor...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
“…uma frase bastava para colorir o dia… São coisas assim que nos ajudam a avançar nos dias, pequenas coisas que nos retiram por instantes todo o peso do mundo.”
E tu continuas a enviar-me a frase certa no momento certo e a instalares-te, de mansinho, na minha vida e na minha mente...
Não sei o que vou fazer contigo... Não sei o que queres fazer comigo... Mas fico feliz que estejas aí...
(in, “Girls in Bikinis”)
(in, “Girls in Bikinis”)
domingo, 27 de junho de 2010
"Se eu não namorasse, roubava-te o coração e tentava fazer-te Feliz..."
Lindo!... Chorei... Por tudo e por nada! Por ti e por todos aqueles com que me desencontrei na vida... Ou simplesmente por ter finalmente ficado em paz com o passado...
sábado, 26 de junho de 2010
E mais nada!
“Cada momento que acontece, ou que venha a acontecer, acaba no momento em que começou. Por isso a vida é perda. E o segredo da felicidade é saber amar o momento actual, em lugar de chorar aquele que já se perdeu.”
(Dan Baker)
quinta-feira, 24 de junho de 2010
"O que Sabem as Pessoas Felizes?"
“Na vida de todas as pessoas há momentos decisivos – momentos que decidem o curso do destino. Quando acontecem, nem sempre nos apercebemos de que vamos mudar para sempre. Na altura parece que estamos perante uma montanha com muitos obstáculos.
E pode ficar por aí mesmo – se desistirmos.
Se realmente desistirmos, iremos sentir às vezes a sombra da montanha e pensar: E se? E se eu lhe tivesse perguntado se queria casar comigo? E se eu tivesse terminado aquele projecto? E se eu tivesse feito aquele investimento? Mas depois deixamos essa ideia para trás. Não estava escrito que assim fosse. Não era o meu destino.
Só que eu, como já disse, não acredito no destino. Acredito que nós é que decidimos o nosso próprio destino em cada dia, pelo que fazemos e pelo que não fazemos.
Se formos fortes, um belo dia diremos simplesmente: “Vou subir aquele monte.” E, quando o fizermos, vamos perceber que não era apenas um monte, mas o próprio cume da montanha.
E, desse cume, pode ver-se lá em baixo uma data de caminhos que levam ao vale fértil de uma nova vida, onde corre um rio de opções e, em vez de ficarmos vitoriosos, ficamos pasmados: aquele esforço todo foi para isto? Esta simples confluência de rocha, água e terra? Esta coisa tão tranquila? Esta paz?
E descemos a montanha, para a vida que nos espera.”
(Dan Baker)
E pode ficar por aí mesmo – se desistirmos.
Se realmente desistirmos, iremos sentir às vezes a sombra da montanha e pensar: E se? E se eu lhe tivesse perguntado se queria casar comigo? E se eu tivesse terminado aquele projecto? E se eu tivesse feito aquele investimento? Mas depois deixamos essa ideia para trás. Não estava escrito que assim fosse. Não era o meu destino.
Só que eu, como já disse, não acredito no destino. Acredito que nós é que decidimos o nosso próprio destino em cada dia, pelo que fazemos e pelo que não fazemos.
Se formos fortes, um belo dia diremos simplesmente: “Vou subir aquele monte.” E, quando o fizermos, vamos perceber que não era apenas um monte, mas o próprio cume da montanha.
E, desse cume, pode ver-se lá em baixo uma data de caminhos que levam ao vale fértil de uma nova vida, onde corre um rio de opções e, em vez de ficarmos vitoriosos, ficamos pasmados: aquele esforço todo foi para isto? Esta simples confluência de rocha, água e terra? Esta coisa tão tranquila? Esta paz?
E descemos a montanha, para a vida que nos espera.”
(Dan Baker)
terça-feira, 22 de junho de 2010
Pareces dizer sempre as palavras certas no momento certo e por isso chamei-te Dom Juan. Não percebeste e disseste que eu é que era porque cheguei e te dei a volta à cabeça em três tempos.
Continuas a querer perceber porque te procurei. Continuo a não te dizer... Como explicar que foi uma frase que me disseram? Ía parecer meio vago, meio louco! Não me conheces por isso o mais certo era nem acreditares.
“De cada vez que não fazes alguma coisa com medo de partir a cara estás a perder uma oportunidade de ser feliz.” Sorri, concordei mas segui em frente. Só que ficou a martelar na minha cabeça e, agora não sei mesmo explicar porquê, lembrei-me de ti. E apeteceu-me estar contigo outra vez, conhecer-te melhor. Era só um almoço... O resto veio depois...
Continuas a querer perceber porque te procurei. Continuo a não te dizer... Como explicar que foi uma frase que me disseram? Ía parecer meio vago, meio louco! Não me conheces por isso o mais certo era nem acreditares.
“De cada vez que não fazes alguma coisa com medo de partir a cara estás a perder uma oportunidade de ser feliz.” Sorri, concordei mas segui em frente. Só que ficou a martelar na minha cabeça e, agora não sei mesmo explicar porquê, lembrei-me de ti. E apeteceu-me estar contigo outra vez, conhecer-te melhor. Era só um almoço... O resto veio depois...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
“Não pense no “depois”: arrisca-se a estragar tudo.”*
E eu cerro os olhos e digo: desta vez não vou pensar! Não vou estragar tudo com os mesmos erros. Não vou esperar nada para não bater mal a seguir... E depois pergunto-me como se faz isto?!
Arrependimento: nenhum (ainda), fixação: zero. Mas só queria realmente não pensar mais no que se passou. Arrumar e não voltar a mexer a não ser que haja procura do outro lado.
Tenho medo, tenho pavor, não consigo... Não consigo partir a cara outra vez. Mas também sei que não consigo levar de ânimo leve. Gostava mesmo de conseguir. Acredito que seja mais uma das coisas que se trabalha e tenho esperança de um dia chegar lá.
Neste momento só sei duas coisas: tenho MEDO e não vou comprar um cão. Mas ele acabou de me perguntar: “Estamos juntos para a semana?” E eu senti borboletas na barriga!... :-)
E eu cerro os olhos e digo: desta vez não vou pensar! Não vou estragar tudo com os mesmos erros. Não vou esperar nada para não bater mal a seguir... E depois pergunto-me como se faz isto?!
Arrependimento: nenhum (ainda), fixação: zero. Mas só queria realmente não pensar mais no que se passou. Arrumar e não voltar a mexer a não ser que haja procura do outro lado.
Tenho medo, tenho pavor, não consigo... Não consigo partir a cara outra vez. Mas também sei que não consigo levar de ânimo leve. Gostava mesmo de conseguir. Acredito que seja mais uma das coisas que se trabalha e tenho esperança de um dia chegar lá.
Neste momento só sei duas coisas: tenho MEDO e não vou comprar um cão. Mas ele acabou de me perguntar: “Estamos juntos para a semana?” E eu senti borboletas na barriga!... :-)
*(in, A Vida é Bela)
terça-feira, 15 de junho de 2010
"Alice (perante uma encruzilhada) pergunta ao gato:
- Que estrada devo tomar?
E o gato responde:
- Depende do lugar para onde quer ir.
Alice diz-lhe:
- Não sei para onde quero ir.
E o gato responde:
- Ora, então qualquer estrada serve."
Moral da história:
"Quando não sabemos para onde vamos, arriscamo-nos a chegar a um sítio qualquer. Ou pior: a lado nenhum. Escolha para onde pretende ir."*
(*in, A Vida é Bela)
- Que estrada devo tomar?
E o gato responde:
- Depende do lugar para onde quer ir.
Alice diz-lhe:
- Não sei para onde quero ir.
E o gato responde:
- Ora, então qualquer estrada serve."
Moral da história:
"Quando não sabemos para onde vamos, arriscamo-nos a chegar a um sítio qualquer. Ou pior: a lado nenhum. Escolha para onde pretende ir."*
(*in, A Vida é Bela)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
10 Coisas que Adoro em Ti:
- Os teus olhos (não são bonitos, como dizes, mas absolutamente magnéticos)
- O teu sentido de humor (simplesmente arrasador)
- A tua inteligência (para mim és um autêntico génio que não tem noção do quanto é fantástico)
- O teu corpo (apetece-me morder-te os ombros de cada vez que te vejo em tronco nú)
- Seres muito bom em artes marciais
- Andares de mota (porque tens uma pinta incrível em cima dela e ficas irresistível com o cabelo desgrenhado pelo capacete)
- Seres educado e atencioso apesar do ar aparentemente bruto
- Tocares numa banda de música (fazes-me sentir uma adolescente apaixonada pelo guitarrista do grupo)
- Gostares de ler (MESMO, não só da boca para fora para engatar miúdas)
- O teu ar ligeiramente de mal com o mundo mas ao mesmo tempo muitíssimo boa onda…
- O teu sentido de humor (simplesmente arrasador)
- A tua inteligência (para mim és um autêntico génio que não tem noção do quanto é fantástico)
- O teu corpo (apetece-me morder-te os ombros de cada vez que te vejo em tronco nú)
- Seres muito bom em artes marciais
- Andares de mota (porque tens uma pinta incrível em cima dela e ficas irresistível com o cabelo desgrenhado pelo capacete)
- Seres educado e atencioso apesar do ar aparentemente bruto
- Tocares numa banda de música (fazes-me sentir uma adolescente apaixonada pelo guitarrista do grupo)
- Gostares de ler (MESMO, não só da boca para fora para engatar miúdas)
- O teu ar ligeiramente de mal com o mundo mas ao mesmo tempo muitíssimo boa onda…
Já te disse que és uma das pessoas mais inteligentes e com o sentido de humor mais incrível do mundo que eu conheço? Ups! Já me estou a repetir!
P.S.: Não estou apaixonada por ti mas “gramo-te” à brava e adorava dar uma voltinha contigo! Tenho dito! :-)
“Adoooooooooro-te muitooooooooooo”
Obrigada F. Também te adoro muito. Só me pergunto porquê que me adoram sempre os comprometidos, casados e/ou pai de filhos?
E não só adoram como fazem questão de dizer que era mesmo para casar (não era só para “coiso”!)! Pois, promessas, promessas… Leva-as o vento!...
E eu tenho uma tendência para só achar graça a quem não devo que é uma coisa parva! Freud deve ter uma explicação qualquer para isto!...
E depois, pior do que estes são aqueles que não são comprometidos na vida real mas sim mentalmente. Principalmente com o passado… Dá-me cabo dos neurónios este pessoal que não consegue seguir em frente de maneira nenhuma! Percebo até uma determinada altura mas deveria ter um prazo de validade. Cada caso é um caso mas mais de 1 ano já começa a roçar o exagero… Quanto mais 2… Ou 4! Bolas! Isso já é estar a chover no molhado, não?!
É por isso que olho para ti e só me apetece dar-te um abanão! Tens TUDO! És o pacote completo! Do melhor que uma mulher pode querer e não tens a mínima noção!
Um pedacinho do céu… Para mim és um pedacinho do céu e como eu gostava de te dar uma dentada!
Mas lá está, não se pode obrigar ninguém a gostar de nós e eu estou demasiado cansada de andar às cegas. Ou pior, apostar tudo em casos perdidos à partida. Onde andas tu, ó gajo descomprometido física e mentalmente? Uma versão do P. com mais 2 anos, 5 cm e menos macaquinhos no sótão?!
E não só adoram como fazem questão de dizer que era mesmo para casar (não era só para “coiso”!)! Pois, promessas, promessas… Leva-as o vento!...
E eu tenho uma tendência para só achar graça a quem não devo que é uma coisa parva! Freud deve ter uma explicação qualquer para isto!...
E depois, pior do que estes são aqueles que não são comprometidos na vida real mas sim mentalmente. Principalmente com o passado… Dá-me cabo dos neurónios este pessoal que não consegue seguir em frente de maneira nenhuma! Percebo até uma determinada altura mas deveria ter um prazo de validade. Cada caso é um caso mas mais de 1 ano já começa a roçar o exagero… Quanto mais 2… Ou 4! Bolas! Isso já é estar a chover no molhado, não?!
É por isso que olho para ti e só me apetece dar-te um abanão! Tens TUDO! És o pacote completo! Do melhor que uma mulher pode querer e não tens a mínima noção!
Um pedacinho do céu… Para mim és um pedacinho do céu e como eu gostava de te dar uma dentada!
Mas lá está, não se pode obrigar ninguém a gostar de nós e eu estou demasiado cansada de andar às cegas. Ou pior, apostar tudo em casos perdidos à partida. Onde andas tu, ó gajo descomprometido física e mentalmente? Uma versão do P. com mais 2 anos, 5 cm e menos macaquinhos no sótão?!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A minha vida emocional parece o deserto do Saara…
Não se pode obrigar ninguém a gostar de nós mas também não nos podemos obrigar a gostar de ninguém.
Até aqui tudo certo, tudo normal. O perigo? Começar a olhar para o passado com nostalgia… Falar do ex sem a menor ponta de raiva. Tratá-lo pelo nome e pensar: se eu estivesse com ele o quê que ele me aconselharia nesta situação? E aí sim temos um grande problema! Isto sim é perigoso! É muito perigoso!...
Racionalmente eu sei que é só e apenas sinal de carência! Sinal da mais nítida e pura carência. Algo que nunca aconteceria se estivesse numa das minhas euforias de “É este, eu sei que é! Eu sinto!”.
Quando estou com os meus Amigos (daqueles com A maiúsculo) saboreio o momento, consigo congelar alguns segundos preciosos no tempo e pensar: “Não preciso de mais nada na minha vida!”. Mas preciso! Preciso de me sentir apaixonada! Eu sou toda emoção e lido mal com o deserto do Saara…
O que fazer? Não sei. É mais uma daquelas coisas em que não vale a pena pensar porque não se tem voto na matéria. É deixar rolar e ter a noção que a vida muda num segundo, para o bem e para o mal!...
Até aqui tudo certo, tudo normal. O perigo? Começar a olhar para o passado com nostalgia… Falar do ex sem a menor ponta de raiva. Tratá-lo pelo nome e pensar: se eu estivesse com ele o quê que ele me aconselharia nesta situação? E aí sim temos um grande problema! Isto sim é perigoso! É muito perigoso!...
Racionalmente eu sei que é só e apenas sinal de carência! Sinal da mais nítida e pura carência. Algo que nunca aconteceria se estivesse numa das minhas euforias de “É este, eu sei que é! Eu sinto!”.
Quando estou com os meus Amigos (daqueles com A maiúsculo) saboreio o momento, consigo congelar alguns segundos preciosos no tempo e pensar: “Não preciso de mais nada na minha vida!”. Mas preciso! Preciso de me sentir apaixonada! Eu sou toda emoção e lido mal com o deserto do Saara…
O que fazer? Não sei. É mais uma daquelas coisas em que não vale a pena pensar porque não se tem voto na matéria. É deixar rolar e ter a noção que a vida muda num segundo, para o bem e para o mal!...
Já fez 1 ano... Parabéns a mim!
“Foi como entrar, foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga para lembrar que há um fim...”
(“Chaga” – Ornatos Violeta)
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga para lembrar que há um fim...”
(“Chaga” – Ornatos Violeta)
quinta-feira, 27 de maio de 2010
"Quem me leva os meus fantasmas?!..."
“Olhe para os seus fantasmas bem de frente, bem nos olhos. Eles acabarão por partir o pescoço. Sozinhos.”*
E não é que partem mesmo?! Chorei por ti como por mais ninguém… Contigo quis tudo e contentei-me com nada… Era nova e não pensava! Mas durante muitos anos foste uma sombra que se colou a mim. Que me acompanhava e perseguia. Mesmo quando tudo estava mal, mais ainda quando tudo estava bem. Eras omnipresente e isso apavorava-me. Sentia que tinhas ficado debaixo da minha pele, que estava presa a ti para todo o sempre.
E um dia procuro-te, falo contigo e percebo que era tudo na minha cabeça. Quebrei o encanto, quebrei a maldição e o mundo voltou a entrar nos eixos. Hoje sinto que gosto de ti por teres sido tudo para mim no passado mas gosto ainda mais por seres apenas uma doce recordação neste momento.
“As coisas têm a importância que nós lhes atribuirmos.” – e tu és, e serás sempre, importante. Mas já não me fazes mal!... Partiste o pescoço. Sozinho.
(*in, A Vida é Bela)
E não é que partem mesmo?! Chorei por ti como por mais ninguém… Contigo quis tudo e contentei-me com nada… Era nova e não pensava! Mas durante muitos anos foste uma sombra que se colou a mim. Que me acompanhava e perseguia. Mesmo quando tudo estava mal, mais ainda quando tudo estava bem. Eras omnipresente e isso apavorava-me. Sentia que tinhas ficado debaixo da minha pele, que estava presa a ti para todo o sempre.
E um dia procuro-te, falo contigo e percebo que era tudo na minha cabeça. Quebrei o encanto, quebrei a maldição e o mundo voltou a entrar nos eixos. Hoje sinto que gosto de ti por teres sido tudo para mim no passado mas gosto ainda mais por seres apenas uma doce recordação neste momento.
“As coisas têm a importância que nós lhes atribuirmos.” – e tu és, e serás sempre, importante. Mas já não me fazes mal!... Partiste o pescoço. Sozinho.
(*in, A Vida é Bela)
domingo, 23 de maio de 2010
"Não se preocupe demasiado com as coisas que são difíceis de alterar. Dê o seu melhor e não pense mais nelas."*
Um dia, quando for grande, vou encontrar alguém como tu!...
Alguém que me compreende só com um olhar. Que em silêncio me diz muito mais que mil palavras. Que com meia dúzia de frases me despe e me veste porque conta a minha história e a seguir me mostra a luz para encontrar novamente o meu caminho. Alguém que simplesmente está lá... E me faz sentir que estará sempre lá... para o que der e vier.
Obrigada L... Simplesmente por existires!...
(*in, A Vida é Bela)
sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Bom Dia!
"Morda a vida com grandes dentadas. Nunca deixe o melhor para o fim. Coma-a de uma vez só. A vida é demasiado breve."*
(*in, A Vida é Bela)
(*in, A Vida é Bela)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Conselho do Dia
"Resista à tentação de recomeçar uma história de amor que já uma vez acabou mal."*
(*in, "A Vida é Bela")
(*in, "A Vida é Bela")
Faço colecção de casos mal resolvidos. Há quem coleccione selos, há até quem coleccione cartões de visita... Pois eu, tal como já disse, colecciono casos mal resolvidos! Tenho uma data de pessoas que, tal como entraram, saíram, inexplicavelmente, da minha vida (e vice-versa, é claro)! E, se por um lado, acredito que se acabou é porque afinal não era assim tão importante, por outro a verdade é que lido muito mal com o inexplicado! Sofro atrozmente e corro feita louca atrás de uma explicação. Preciso de rotular para arrumar na minha cabeça.
E quando se procura uma pessoa do passado, muito passado, que nos magoou até dizer chega isso é o quê? Masoquismo? Querer arranjar problemas? Encerrar o capítulo de vez? Ou tudo isto e mais alguma coisa?
Provavelmente “tudo isto e mais alguma coisa”! Porque a especialidade da casa é mesmo cenas manhosas e emoções ao rubro! Não há nada a fazer! Faz parte do meu charme!... :-)
E quando se procura uma pessoa do passado, muito passado, que nos magoou até dizer chega isso é o quê? Masoquismo? Querer arranjar problemas? Encerrar o capítulo de vez? Ou tudo isto e mais alguma coisa?
Provavelmente “tudo isto e mais alguma coisa”! Porque a especialidade da casa é mesmo cenas manhosas e emoções ao rubro! Não há nada a fazer! Faz parte do meu charme!... :-)
terça-feira, 4 de maio de 2010
Há duas coisas que aprendi com a idade: a primeira é que já ninguém morre por amor... a segunda é que nem por isso se aprende a lidar melhor com as coisas do coração.
A paixão transforma-nos em autênticos patetas e não há nada a fazer!... Por muito alinhadas que tenhamos as ideias, por muito estruturada que esteja a nossa vida, vira tudo do avesso e faz-nos questionar a toda a hora. É um sufoco constante que quando é bom é muito bom mas quando é mau é PÉSSIMO!
E quebra-nos ao meio e baralha-nos as ideias e faz-nos sentir adolescentes inseguros outra vez!... “Não sei como há pessoas que gostam disto!” ;-)
E quebra-nos ao meio e baralha-nos as ideias e faz-nos sentir adolescentes inseguros outra vez!... “Não sei como há pessoas que gostam disto!” ;-)
sábado, 1 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Gostava de te perceber... Gostava mesmo muito de te perceber!...
Mais um fim-de-semana juntos... Quase três dias... E o que concluí?! Absolutamente nada!... Queres ou não queres? É consciente ou inconsciente?! Mas que parte? O querer ou o não querer?
Afastei-me. Portei-me bem. Fiquei no meu canto... E que fizéste tu? Procuraste-me... E o que tirei daí? Absolutamente nada!... Talvez apenas uma grande frustração... Que começa a já não ser assim tão grande porque cada vez me surpreende menos.
- “…quando me quiseres eu já não vou estar aqui para te querer.”*
Tenho pena mas começo mesmo a pensar assim...
(*in, "Nos Teus Braços Morreríamos")
Mais um fim-de-semana juntos... Quase três dias... E o que concluí?! Absolutamente nada!... Queres ou não queres? É consciente ou inconsciente?! Mas que parte? O querer ou o não querer?
Afastei-me. Portei-me bem. Fiquei no meu canto... E que fizéste tu? Procuraste-me... E o que tirei daí? Absolutamente nada!... Talvez apenas uma grande frustração... Que começa a já não ser assim tão grande porque cada vez me surpreende menos.
- “…quando me quiseres eu já não vou estar aqui para te querer.”*
Tenho pena mas começo mesmo a pensar assim...
(*in, "Nos Teus Braços Morreríamos")
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
“Mas talvez assim ainda seja mais belo. Como nada aconteceu podes ficar com tudo o que poderia ter acontecido...”*
Amo esta frase. Como quase todas do Pedro Paixão... Mas neste caso eu queria ficar com o que acontecesse não com o que pudesse acontecer. Estou demasiado cansada de ficar “com tudo o que poderia ter acontecido...”
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")
Amo esta frase. Como quase todas do Pedro Paixão... Mas neste caso eu queria ficar com o que acontecesse não com o que pudesse acontecer. Estou demasiado cansada de ficar “com tudo o que poderia ter acontecido...”
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")
“É que há pessoas que te ajudam a viver e outras que te ajudam a morrer.”*
E eu achei que tu me fazias bem mas agora percebi que me começas a fazer mal. Porque me consegues fazer rir de felicidade e a seguir mergulhar no buraco mais fundo. Não o fazes por mal. Nem te deves aperceber. A culpa é minha! Quem me manda gostar de ti? Quem me manda esperar mais do que aquilo que podes ou me consegues dar?
Não se escolhe de quem se gosta... Acho que esta é a minha maior maldição!...
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")
E eu achei que tu me fazias bem mas agora percebi que me começas a fazer mal. Porque me consegues fazer rir de felicidade e a seguir mergulhar no buraco mais fundo. Não o fazes por mal. Nem te deves aperceber. A culpa é minha! Quem me manda gostar de ti? Quem me manda esperar mais do que aquilo que podes ou me consegues dar?
Não se escolhe de quem se gosta... Acho que esta é a minha maior maldição!...
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")
domingo, 11 de abril de 2010
A puta da vida...
- É a vida!...
- É, é a vida!...
Pois, a puta da vida!... Apetece-me tirá-lo dali. Levá-lo para casa e cuidar dele. Ou melhor ainda, levá-lo para um outro mundo, um outro lugar onde doa menos, onde as coisas façam sentido… Não sei explicar esta ligação. Provavelmente deve-se ao facto de sermos ambos imortais… Não se escolhe ser imortal!...
- Antes assim…
- Acabou o sofrimento!...
Calem-se, por favor! Não falem do que não sabem!... O mundo parece andar à roda! A vida, a morte… É só isto? Afinal é só isto?
E andamos nós atrás de quê? De um pouco de afecto, de algo ou alguém que nos resgate a alma do inferno? É tão fácil nos perdermos!... Demasiado fácil… Demasiado apelativo!...
- Então agora tu é que és o homem da casa?!
Que homem, que casa? Fico a imaginar a tua cabeça a mil…
- O homem da casa?! É o gato!
O riso amargo… Só me apetece tirar-te daqui!...
- É, é a vida!...
Pois, a puta da vida!... Apetece-me tirá-lo dali. Levá-lo para casa e cuidar dele. Ou melhor ainda, levá-lo para um outro mundo, um outro lugar onde doa menos, onde as coisas façam sentido… Não sei explicar esta ligação. Provavelmente deve-se ao facto de sermos ambos imortais… Não se escolhe ser imortal!...
- Antes assim…
- Acabou o sofrimento!...
Calem-se, por favor! Não falem do que não sabem!... O mundo parece andar à roda! A vida, a morte… É só isto? Afinal é só isto?
E andamos nós atrás de quê? De um pouco de afecto, de algo ou alguém que nos resgate a alma do inferno? É tão fácil nos perdermos!... Demasiado fácil… Demasiado apelativo!...
- Então agora tu é que és o homem da casa?!
Que homem, que casa? Fico a imaginar a tua cabeça a mil…
- O homem da casa?! É o gato!
O riso amargo… Só me apetece tirar-te daqui!...
Estou triste... Gostava mesmo de me estar nas tintas mas não estou!... É parvoíce! Sim, eu sei! E mais mal é meu! Mas não consigo evitar!
Gosto de ti! Apesar de tudo, gosto de ti! E apetecia-me mesmo que gostasses de mim! Mas que gostasses a sério! Não só um bocadinho! Isso não chega! Ou tudo ou não!
Queria virar o teu mundo do avesso! Baralhar-te a cabeça, desafiar as tuas rotinas! Ensinar-te a saborear a vida e a questionar as tuas certezas!...
A vida fez-me isso e, se na altura não percebi e senti que perdia o chão, hoje estou muito agradecida! Aprendi que podia ser muito mais feliz! Que só tinha que estar disposta a tentar... Que podia partir a cara vezes sem conta mas que no final valia sempre a pena... Por um motivo ou por outro!
Sei que não posso obrigar ninguém a acordar!... E não adianta de nada sofrer por causa disso mas esta nuvem negra não sai de cima da minha cabeça...
Gosto de ti! Apesar de tudo, gosto de ti! E apetecia-me mesmo que gostasses de mim! Mas que gostasses a sério! Não só um bocadinho! Isso não chega! Ou tudo ou não!
Queria virar o teu mundo do avesso! Baralhar-te a cabeça, desafiar as tuas rotinas! Ensinar-te a saborear a vida e a questionar as tuas certezas!...
A vida fez-me isso e, se na altura não percebi e senti que perdia o chão, hoje estou muito agradecida! Aprendi que podia ser muito mais feliz! Que só tinha que estar disposta a tentar... Que podia partir a cara vezes sem conta mas que no final valia sempre a pena... Por um motivo ou por outro!
Sei que não posso obrigar ninguém a acordar!... E não adianta de nada sofrer por causa disso mas esta nuvem negra não sai de cima da minha cabeça...
quarta-feira, 7 de abril de 2010
“Não se preocupe demasiado com as coisas que são difíceis de alterar. Dê o seu melhor e não pense mais nelas.”*
Compreendo, concordo e subscrevo! Repito como um mantra sempre que me estou a angustiar com “coisas que são difíceis de alterar” mas nem por isso o aperto se vai embora...
Acho sempre que podia ter feito mais... e melhor!... São coisas que não se escolhem!
Compreendo, concordo e subscrevo! Repito como um mantra sempre que me estou a angustiar com “coisas que são difíceis de alterar” mas nem por isso o aperto se vai embora...
Acho sempre que podia ter feito mais... e melhor!... São coisas que não se escolhem!
(*in, "A Vida é Bela")
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Não andava à tua procura mas encontraste-me.
Desconfiei mas acreditei. Fazia sentido. Era o momento certo... Ou eu queria acreditar que era.
Foste aparecendo e foste ficando. E dei por mim feliz por estares lá, simplesmente por estares lá.
Mas, assim como apareceste, escapaste-me por entre os dedos. Eu mal te vi... Quando olhei já não estavas lá. Como um sussurro... Foste embora como chegaste. Sem eu esperar, sem eu querer... E o mundo ficou cinzento outra vez!...
Desconfiei mas acreditei. Fazia sentido. Era o momento certo... Ou eu queria acreditar que era.
Foste aparecendo e foste ficando. E dei por mim feliz por estares lá, simplesmente por estares lá.
Mas, assim como apareceste, escapaste-me por entre os dedos. Eu mal te vi... Quando olhei já não estavas lá. Como um sussurro... Foste embora como chegaste. Sem eu esperar, sem eu querer... E o mundo ficou cinzento outra vez!...
domingo, 4 de abril de 2010
Estou cansada... Estou tão cansada de me apaixonar pelas pessoas erradas. De me enganar sobre os outros. De achar que o problema sou eu...
Desta vez eu sei que o problema não sou eu!... Então porquê que nem por isso me sinto melhor? A sensação que tenho é que nunca sou suficiente... Suficientemente qualquer coisa!...
E isto cansa... E magoa... E mata mais um bocadinho!... Mata sempre mais um bocadinho!... Mesmo quando parece que já não tem mais por onde morrer...
Será que o problema sou eu?
Desta vez eu sei que o problema não sou eu!... Então porquê que nem por isso me sinto melhor? A sensação que tenho é que nunca sou suficiente... Suficientemente qualquer coisa!...
E isto cansa... E magoa... E mata mais um bocadinho!... Mata sempre mais um bocadinho!... Mesmo quando parece que já não tem mais por onde morrer...
Será que o problema sou eu?
domingo, 28 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Ora, e lá me partiram o coração outra vez!... Não me perguntem do que estava à espera, simplesmente achei que já merecia!...Não vou cortar os pulsos... É porque não era ele, ponto final. Não quero ser segunda escolha de ninguém... Mas não é por isso que dói menos!...
É como um murmúrio baixinho. Está cá dentro e eu ouço-o, sinto-o e dói. E cansa e apetece mandar tudo ao ar e baixar os braços. Já era justo! Eu sei que sim. Mas o mundo não é feito de justiças...
domingo, 7 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Quando se perde tudo pela primeira vez...
“Quando se perde tudo pela primeira vez fica-se com o terror de perder todas as vezes.” *
Deve ser isso mesmo que me está a acontecer porque a verdade é que estou aterrorizada! Não consigo dar nem mais um passo porque sei que não tenho arcaboiço para levar com uma tampa neste momento.
Há dias que acho mesmo que sim. Que és tu, que só podes ser tu! E que só tenho que deixar fluir porque, mais cedo ou mais tarde, tu vens. Vai acontecer... Faz todo o sentido!
Mas outros há em que deixo de acreditar em tudo. Em que olho ao espelho e estou farta de mim e me parece óbvio que não vai acontecer, que sou eu que quero muito e por isso estou a ver coisas onde não há...
E nesses dias percebo que não consigo. Não consigo mesmo dar mais um passinho que seja... Porque tenho medo. Porque estou frágil. Porque não aguento que me partam o coração outra vez...
E então cai uma mensagem. Chamas-me princesa... Desejas-me “Boa viagem!”... Garantes-me que vai correr tudo bem... E eu acredito. E rio e bato palmas como uma criança... E sou feliz outra vez!...
*(In, “Nos Teus Braços Morreríamos” – Pedro Paixão)
Deve ser isso mesmo que me está a acontecer porque a verdade é que estou aterrorizada! Não consigo dar nem mais um passo porque sei que não tenho arcaboiço para levar com uma tampa neste momento.
Há dias que acho mesmo que sim. Que és tu, que só podes ser tu! E que só tenho que deixar fluir porque, mais cedo ou mais tarde, tu vens. Vai acontecer... Faz todo o sentido!
Mas outros há em que deixo de acreditar em tudo. Em que olho ao espelho e estou farta de mim e me parece óbvio que não vai acontecer, que sou eu que quero muito e por isso estou a ver coisas onde não há...
E nesses dias percebo que não consigo. Não consigo mesmo dar mais um passinho que seja... Porque tenho medo. Porque estou frágil. Porque não aguento que me partam o coração outra vez...
E então cai uma mensagem. Chamas-me princesa... Desejas-me “Boa viagem!”... Garantes-me que vai correr tudo bem... E eu acredito. E rio e bato palmas como uma criança... E sou feliz outra vez!...
*(In, “Nos Teus Braços Morreríamos” – Pedro Paixão)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Parabéns
Um simples e singelo e-mail com “Parabéns” no subject. E pronto! É o meu herói!...
8 anos de relação... 10 meses desde a carta de despedimento sem justa causa... E “Parabéns”!... E se fosses morrer longe não era excelente?!
O que será que se passa na cabeça de criatura? Vamos ser amiguinhos?! Com mensagens nos aniversários e no natal e um “até para o ano se deus quiser!”?!
Será que o problema sou eu? Será que sou uma pessoa muito rancorosa, é? Não percebo!... E confesso que começo mesmo a estar muito cansada de tentar perceber quando todo o mundo ao meu redor há muito que se deixou de questionar e parece viver muitíssimo bem com isso!
Parabéns?! Sim, parabéns a mim! Que consegui pegar na amálgama de estilhaços em que deixaste a minha vida e o meu coração e construir algo bem melhor do que tinha antes. Parabéns a mim por ter coragem de me dispor a amar novamente quando parecia que tinhas arrasado por completo qualquer réstia de crença no amor...
Parabéns a mim que fui à luta e que 10 meses depois sou uma pessoa melhor, mais divertida, mais feliz. E que sei que daqui a 10 meses estarei ainda melhor!...
Parabéns a mim e vai morrer longe, “amiguinho”!...
8 anos de relação... 10 meses desde a carta de despedimento sem justa causa... E “Parabéns”!... E se fosses morrer longe não era excelente?!
O que será que se passa na cabeça de criatura? Vamos ser amiguinhos?! Com mensagens nos aniversários e no natal e um “até para o ano se deus quiser!”?!
Será que o problema sou eu? Será que sou uma pessoa muito rancorosa, é? Não percebo!... E confesso que começo mesmo a estar muito cansada de tentar perceber quando todo o mundo ao meu redor há muito que se deixou de questionar e parece viver muitíssimo bem com isso!
Parabéns?! Sim, parabéns a mim! Que consegui pegar na amálgama de estilhaços em que deixaste a minha vida e o meu coração e construir algo bem melhor do que tinha antes. Parabéns a mim por ter coragem de me dispor a amar novamente quando parecia que tinhas arrasado por completo qualquer réstia de crença no amor...
Parabéns a mim que fui à luta e que 10 meses depois sou uma pessoa melhor, mais divertida, mais feliz. E que sei que daqui a 10 meses estarei ainda melhor!...
Parabéns a mim e vai morrer longe, “amiguinho”!...
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Top 10 Filmes
Fight Club
Seven
American Beauty
Magnolia
Crash
The Air I Breathe
The Burning Plain
Love Actually
About a Boy
The Brave One
Seven
American Beauty
Magnolia
Crash
The Air I Breathe
The Burning Plain
Love Actually
About a Boy
The Brave One
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Decido-me pela vida!
“Decide-te pela vida, decide-te por um emprego. Decide-te por uma carreira, por ter família. Por um televisor dos grandes, por máquinas de lavar, carros, cd's e abre-latas eléctricos. Decide-te por teres saúde, colesterol baixo e seguro dentário. Decide-te por uma taxa fixa de pagamento da hipoteca. Decide-te por alojamento temporário, decide-te a ter amigos. Decide-te por roupas práticas e malas a condizer. Decide-te por fatos completos em vários tecidos diferentes. Decide quem és nas manhãs de Domingo.
Decide-te por te estupidificares vendo concursos idiotas na tv e por enfardares só porcarias. Decide-te a acabares a vida apodrecendo num lar nojento, uma vergonha para os egoístas que geraste para te continuarem. Decide-te por um futuro. Decide-te pela vida.
Porque iria eu fazer tal coisa? Decidi não me decidir pela vida, mas por outra coisa.
E a razão...
Não há nenhuma razão.
Quem precisa de razões havendo heroína?”
(in, Trainspotting)
Decide-te por te estupidificares vendo concursos idiotas na tv e por enfardares só porcarias. Decide-te a acabares a vida apodrecendo num lar nojento, uma vergonha para os egoístas que geraste para te continuarem. Decide-te por um futuro. Decide-te pela vida.
Porque iria eu fazer tal coisa? Decidi não me decidir pela vida, mas por outra coisa.
E a razão...
Não há nenhuma razão.
Quem precisa de razões havendo heroína?”
(in, Trainspotting)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
“Mas deixemo-nos de conversas tristes!... A que preço estão os caixões?!”
Há dias em que rimos para não chorar!... De há uns meses para cá tem sido mesmo assim.
É o comboio que avaria uma estação antes da pretendida, quando temos uma entrevista importantíssima à qual não podemos chegar atrasados. É o taxista que mete conversa e nos deixa num sítio completamente diferente do pedido. É alguém que derruba uma cerveja e nos encharca da cabeça aos pés no dia em que tínhamos estreado roupa e botas novas...
E nós continuamos a tentar rir das partidas da vida, a sentirmo-nos num gigantesco “big brother” e a pensar: “Já chega, não? Podem lá aparecer e parar com a brincadeira que começa a já não ter graça nenhuma!” Só que não pára... E o (so)riso começa a ser amarelo e acompanhado de uma lágrima de desespero ao canto do olho...
“Mas deixemo-nos de conversas tristes!... A que preço estão os caixões?!” – Ri a bandeiras despregadas! E assim um perfeito desconhecido deu alguma cor ao meu dia!
É o comboio que avaria uma estação antes da pretendida, quando temos uma entrevista importantíssima à qual não podemos chegar atrasados. É o taxista que mete conversa e nos deixa num sítio completamente diferente do pedido. É alguém que derruba uma cerveja e nos encharca da cabeça aos pés no dia em que tínhamos estreado roupa e botas novas...
E nós continuamos a tentar rir das partidas da vida, a sentirmo-nos num gigantesco “big brother” e a pensar: “Já chega, não? Podem lá aparecer e parar com a brincadeira que começa a já não ter graça nenhuma!” Só que não pára... E o (so)riso começa a ser amarelo e acompanhado de uma lágrima de desespero ao canto do olho...
“Mas deixemo-nos de conversas tristes!... A que preço estão os caixões?!” – Ri a bandeiras despregadas! E assim um perfeito desconhecido deu alguma cor ao meu dia!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
“Não fazer nada também é fazer alguma coisa...”
Sempre fui do género paixão-assolapada-quanto-mais-do-caixão-à-cova-melhor! Menos do que isto estava fora de questão! E quanto maior o desafio, quanto mais caso perdido, tanto melhor!...
Depois cansei-me... Cansei-me de ver o meu coração atirado violentamente contra a parede vezes sem conta... Cansei-me de me ver reunir os estilhaços espalhados pelo chão... E simplesmente baixei os braços. “Não fazer nada também é fazer alguma coisa!...”
Depois tu aparecêste, como quem não quer a coisa. E eu percebi que de outra forma também podia ser bom! E dei por mim a sorrir ao pensar em ti... E a esperar calmamente quando não respondias às minhas mensagens. Sem stress, sem sentir o coração cair ao chão, sem ficar à beira de um ataque de nervos... Porque sabia que irias sempre dizer alguma coisa mais tarde, que se não respondias havia um motivo.
Sinto que és diferente... Dás-me paz, confiança... E fazes-me acreditar que é possível construir algo de novo, algo bom! Sem esquemas, sem jogadas manhosas, sem diz-que-disse... Há uma certa pureza que me cativa e conforta. Os pequenos gestos assumem a dimensão de grandes passos, as palavras medidas têm um peso descomunal. Déste-me a mão no Sábado e foi como se o mundo tivesse parado para nos ver! Parece que tenho 15 anos outra vez e é tudo novo. E é bom, é tão bom!... E quanto mais te conheço mais me apetece estar contigo e apaixonar-me como se fosse a primeira vez!...
Depois cansei-me... Cansei-me de ver o meu coração atirado violentamente contra a parede vezes sem conta... Cansei-me de me ver reunir os estilhaços espalhados pelo chão... E simplesmente baixei os braços. “Não fazer nada também é fazer alguma coisa!...”
Depois tu aparecêste, como quem não quer a coisa. E eu percebi que de outra forma também podia ser bom! E dei por mim a sorrir ao pensar em ti... E a esperar calmamente quando não respondias às minhas mensagens. Sem stress, sem sentir o coração cair ao chão, sem ficar à beira de um ataque de nervos... Porque sabia que irias sempre dizer alguma coisa mais tarde, que se não respondias havia um motivo.
Sinto que és diferente... Dás-me paz, confiança... E fazes-me acreditar que é possível construir algo de novo, algo bom! Sem esquemas, sem jogadas manhosas, sem diz-que-disse... Há uma certa pureza que me cativa e conforta. Os pequenos gestos assumem a dimensão de grandes passos, as palavras medidas têm um peso descomunal. Déste-me a mão no Sábado e foi como se o mundo tivesse parado para nos ver! Parece que tenho 15 anos outra vez e é tudo novo. E é bom, é tão bom!... E quanto mais te conheço mais me apetece estar contigo e apaixonar-me como se fosse a primeira vez!...
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Mr. Wright
"Pareces uma velha de 70 anos a falar!" - Porquê?!? Porque não quero, não me apetece andar por aí a dar quecas com este ou com aquele só para dizer que estou muito bem e sou muito moderna?! Desculpem lá mas nesse sentido sou muito antiquada! Nada contra o prazer pelo prazer mas sem vontade nada feito, meus amigos!E escusam de vir com as lérias do “faz bem à pele, à alma e blá blá blá”... Se não é minimamente sentido, obrigada mas não! Depois é pior a emenda do que o soneto!
Sinto falta de um abraço apertado, de um beijo na testa, de andar de mão dada na rua... De ter a quem ligar logo, logo, com uma boa ou uma má notícia... De comprar pequenos presentes a propósito de nada, de garantir que é este ano que não vou MESMO comprar nada no patético Dia de S. Valentim (e comprar na mesma à última hora!)... Sinto falta dos pequenos nadas que são tudo mas não vou partir o coração a outra pessoa com um contrato temporário de “enquanto não aparece o senhor certo deixa-me cá andar com este senhor errado!”
Lamento...
Eu não estou à espera do principe encantado! Há muito percebi que ele caiu do cavalo e agora deve andar perdido porque não quer pedir o raio de uma informação! :-D Mas há certas coisas das quais não abdico! Eu tenho que sentir e quando ele chegar eu vou saber que é ele!... Aliás, começo mesmo a acreditar que ele já chegou... ;-)
Love is a Fast Song
Tropecei neste post
http://afastsong.blogspot.com/2009/11/eu-sabia-que-o-ikea-era-muito-pratico.html
e identifiquei-me imediatamente!...
Eu sei o que é ser “corrida” e ver a nossa vida empacotada ou ensacada... Na altura senti-me o Calimero e jurei a mim própria que não me voltariam a fazer uma daquelas!
Hoje lembrei-me desse dia e olhei orgulhosa para a minha casinha de bonecas!
Não sei o que o futuro me reserva... Não sei se não me apaixono perdidamente amanhã e mando tudo para o ar... Mas acredito que sempre que me lembrar da minha triste figura a chorar desalmadamente, enquanto me arrastava nas ruelas de Cascais, com a chuva a cair sem dó nem piedade e com uma vida de quase 4 anos resumida a meia dúzia de sacos... Acredito mesmo que não vou deixar que me voltem a fazer uma destas!...
http://afastsong.blogspot.com/2009/11/eu-sabia-que-o-ikea-era-muito-pratico.html
e identifiquei-me imediatamente!...
Eu sei o que é ser “corrida” e ver a nossa vida empacotada ou ensacada... Na altura senti-me o Calimero e jurei a mim própria que não me voltariam a fazer uma daquelas!
Hoje lembrei-me desse dia e olhei orgulhosa para a minha casinha de bonecas!
Não sei o que o futuro me reserva... Não sei se não me apaixono perdidamente amanhã e mando tudo para o ar... Mas acredito que sempre que me lembrar da minha triste figura a chorar desalmadamente, enquanto me arrastava nas ruelas de Cascais, com a chuva a cair sem dó nem piedade e com uma vida de quase 4 anos resumida a meia dúzia de sacos... Acredito mesmo que não vou deixar que me voltem a fazer uma destas!...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Escusas de voltar...
“Se ele não voltar para ti é porque nunca foi teu. Se voltar, podes ficar com ele para sempre.” (Los Angeles – Marian Keyes)
Pois escusas mesmo de voltar... Já mudei a minha vida! Obriguei-me a destruir para voltar a erguer. Já não há espaço para ti!... E sinto-me realizada por isso!
Pois escusas mesmo de voltar... Já mudei a minha vida! Obriguei-me a destruir para voltar a erguer. Já não há espaço para ti!... E sinto-me realizada por isso!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Se a vida nos dá limões...
Regressei a Lisboa... de visita... de passagem... 8 meses depois... Parece que foi noutra vida! Noutro mundo!...O Porto é a minha cidade mas Lisboa conquistou-me pela luz. O azul do céu, o brilho do sol... Gosto da capital, gosto do anonimato da cidade, gosto da variedade de gentes, das diferenças... grandes e pequenas.
Mudei a minha vida de armas e bagagens e recebi de presente um par de patins e um coração partido. Regressei ao Porto destroçada mas trouxe na mala as amizades que fiz, as pessoas que conheci, as portas para novos mundos que entreabri...
“Se soubesses o que sabes hoje tinhas ido com ele para Lisboa na mesma?” Tinha. Claro que sim! O que vivi já ninguém me tira e se a vida nos dá limões temos a obrigação de fazer uma boa limonada!
domingo, 17 de janeiro de 2010
“Já fomos felizes e nem sabíamos...”
Desculpa primo, mas não pode ser só isto... Quero, preciso de melhor!...
Don’t go breaking my heart!...
Neste momento sinto-me completamente em desvantagem contra os revesses do universo. Sinto que já fui derrubada e continuo a levar pontapés mesmo estando no chão... E pontapés na boca! Para não haver dúvidas...
Estou exausta! E a precisar que algo de bom me aconteça... Rapidamente!
Depois apareceste-me tu... Suavemente! Sem movimentos bruscos, com as palavaras muito contidas mas certas e eu parei. Parece que contigo o mundo gira a outra velocidade. Menos vertiginosa... Dás-me calma e o meu coração sentiu-se mais quente...
Dou um passo para a frente e dois para trás. Tenho medo... Muito medo! Não me quero magoar! Já não consigo! Por uma vez na vida não quero resgatar almas do inferno, não quero desafios e missões impossíveis, quero alguém que me faça bem. Que trate de mim! Que me prove que o amor também pode ser assim... Que não tem que ser tudo sangue, suor e lágrimas!...
És tu? Será que vais ser tu a dares-me a paz e o aconchego de que tanto preciso? Eu sinto que sim! Sinto-o desde o primeiro dia em que cruzei o teu olhar.... Não sei explicar mas sei que és tu e, contrariamente ao que me é habitual, não estou ansiosa, não quero apressar nada porque sei que tu vens. Sei que é certo e inevitável e não quero estragar tudo. Prefiro o teu ritmo, prefiro os teus passos lentos mas seguros...
Don’t go breaking my heart!... Please, don’t go breaking my heart!...
Estou exausta! E a precisar que algo de bom me aconteça... Rapidamente!
Depois apareceste-me tu... Suavemente! Sem movimentos bruscos, com as palavaras muito contidas mas certas e eu parei. Parece que contigo o mundo gira a outra velocidade. Menos vertiginosa... Dás-me calma e o meu coração sentiu-se mais quente...
Dou um passo para a frente e dois para trás. Tenho medo... Muito medo! Não me quero magoar! Já não consigo! Por uma vez na vida não quero resgatar almas do inferno, não quero desafios e missões impossíveis, quero alguém que me faça bem. Que trate de mim! Que me prove que o amor também pode ser assim... Que não tem que ser tudo sangue, suor e lágrimas!...
És tu? Será que vais ser tu a dares-me a paz e o aconchego de que tanto preciso? Eu sinto que sim! Sinto-o desde o primeiro dia em que cruzei o teu olhar.... Não sei explicar mas sei que és tu e, contrariamente ao que me é habitual, não estou ansiosa, não quero apressar nada porque sei que tu vens. Sei que é certo e inevitável e não quero estragar tudo. Prefiro o teu ritmo, prefiro os teus passos lentos mas seguros...
Don’t go breaking my heart!... Please, don’t go breaking my heart!...
Chega uma altura na vida em que tu descobres:
Quem interessa,
Quem nunca interessou,
Quem não interessa mais...
E quem ainda vai interessar.
Portanto, não te preocupes com quem já fez parte do teu passado;
Há um motivo para não estarem no seu futuro.
Quem nunca interessou,
Quem não interessa mais...
E quem ainda vai interessar.
Portanto, não te preocupes com quem já fez parte do teu passado;
Há um motivo para não estarem no seu futuro.
Os 3 Leões
“Não importa o tamanho dos teus problemas ou as dificuldades que tenhas; os teus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo - mas tu não. Tu ainda estás a crescer. Tu és maior que todos os teus problemas juntos. Tu ainda não chegaste ao limite do teu potencial e performance. A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado.” Esta é a moral da história... Espero mesmo que assim seja! A minha Montanha das Dificuldades não pára de aumentar e eu acho que já merecia uma folga!... Há muito tempo!
Dizem que "o que não nos mata só nos torna mais fortes", pois eu neste momento já devo ser um rochedo!...
Aproveita o intervalo!
Quebra regras,
perdoa rapidamente,
beija demoradamente,
ama verdadeiramente,
ri incontrolavelmente
e nunca deixes de sorrir,
por mais estranho que seja o motivo.
A vida é muito curta e pode não ser a festa que esperávamos
mas enquanto estamos aqui devemos aproveitá-la ao máximo...
Nasces sem pedir e morres sem querer!
Aproveita o intervalo!
perdoa rapidamente,
beija demoradamente,
ama verdadeiramente,
ri incontrolavelmente
e nunca deixes de sorrir,
por mais estranho que seja o motivo.
A vida é muito curta e pode não ser a festa que esperávamos
mas enquanto estamos aqui devemos aproveitá-la ao máximo...
Nasces sem pedir e morres sem querer!
Aproveita o intervalo!
sábado, 16 de janeiro de 2010
Quanto tempo é muito tempo?
Já passaram 6 meses... É muito? É pouco? Foram 8 anos? Isso conta?!
No outro dia acusaram-me de me ter fechado para a vida. “Estás a guardar-te para alguma coisa?!”
Ainda tentei argumentar mas depressa desisti... É uma questão de pele! Ou se sente ou não se sente! E para estar com alguém por estar prefiro ficar sossegadinha! Não acho justo, principalmente para o outro. Detestaria que me fizessem isso!
Há dias em que bate aquela solidão e pergunto-me se nada é que não é nada? Se não deveria ser um pouco egoísta e “aproveitar” pelo menos o carinho e os paparicos que me querem dar? Era tão mais fácil!...
Era tão mais fácil podermos escolher de quem gostamos... Há tantas pessoas fantásticas que iriam tratar-me nas palminhas... Com quem sinto aquela confiança e segurança de que não vão desaparecer do dia para a noite ou ter uma crise existencial a meio de um serão em casa...
Mas falta a pele, lá está! Tudo o resto pode até funcionar mas do raio da pele eu não abdico!...
No outro dia acusaram-me de me ter fechado para a vida. “Estás a guardar-te para alguma coisa?!”
Ainda tentei argumentar mas depressa desisti... É uma questão de pele! Ou se sente ou não se sente! E para estar com alguém por estar prefiro ficar sossegadinha! Não acho justo, principalmente para o outro. Detestaria que me fizessem isso!
Há dias em que bate aquela solidão e pergunto-me se nada é que não é nada? Se não deveria ser um pouco egoísta e “aproveitar” pelo menos o carinho e os paparicos que me querem dar? Era tão mais fácil!...
Era tão mais fácil podermos escolher de quem gostamos... Há tantas pessoas fantásticas que iriam tratar-me nas palminhas... Com quem sinto aquela confiança e segurança de que não vão desaparecer do dia para a noite ou ter uma crise existencial a meio de um serão em casa...
Mas falta a pele, lá está! Tudo o resto pode até funcionar mas do raio da pele eu não abdico!...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Um dia, quando menos esperares...
“Não te preocupes. Se esse emprego for para ti, acaba por ser.” - Eu sei que, muito provavelmente, tudo isto é uma grande treta. Mas dito desta forma, com tamanha convicção, e pela minha mãe, fez-me sentir incrivelmente bem!
É daqueles frases quase tão boas como aquele slogan da Evax: “Um dia, quando menos esperares, tropeças no que procuras.” Tem o dom de me tirar um peso GIGANTESCO das costas! Como um bom “respirar-fundo”!... Depois passa, é claro! Mas entretanto sentiu-se aquela luzinha ao fundo do túnel que dá forças para mais um dia.
É daqueles frases quase tão boas como aquele slogan da Evax: “Um dia, quando menos esperares, tropeças no que procuras.” Tem o dom de me tirar um peso GIGANTESCO das costas! Como um bom “respirar-fundo”!... Depois passa, é claro! Mas entretanto sentiu-se aquela luzinha ao fundo do túnel que dá forças para mais um dia.
Há dias dei por mim a ver um episódio antigo de “O Sexo e a Cidade” e, enquanto a personagem principal se degladiava interiormente em relação a um espécime por quem erradamente se tinha apaixonado, dei por mim a atirar para a televisão: “Passa à frente! Isso não vai dar em nada!” E depois pensei para mim própria que era tão bom que alguém já tivesse avançado uns capítulos e nos pudesse avisar se valia a pena, ou não, perdermos preciosos minutos e ganharmos dispensáveis cabelos brancos por alguém.
No fundo, se Deus existe ele está precisamente nesta posição, não?!
“Não me Contes o Fim” – Rita Ferro
“A vida detesta equívocos e, não sei como, arranja sempre maneira de nos obrigar a desfazê-los.”
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Segunda Escolha
Sempre afirmei convictamente que não queria ser a segunda escolha de ninguém. Esta sentença incomodava-me mesmo muito e durante anos acreditei na alma-gémea... E acreditei que tinha encontrado a minha...
Infelizmente, ou felizmente (o tempo o dirá!), ele não achou o mesmo. Afinal eu não era a primeira escolha... E com este veredicto eu “morri” um bocadinho... Comecei a questionar algumas ideias que tinha bem assentes e neste momento tenho uma postura completamente diferente.
Actualmente tenho apenas uma certeza: deixei de ter certezas! “Só sei que nada sei”. E, se há dias em que este facto representa uma angústia enorme, outros há em que a sensação de libertação é gigantesca! Como se tivesse feito um “reset” e estivesse agora a começar do zero. Sem ideias feitas, sem preconceitos, sem rotinas a cumprir... Sem uma base que me agarre ao chão mas com asas para voar se assim me apetecer. Deixei de programar os dias e não recuso convites (por muito alternativos que sejam). Quero ser surpreendida pela vida e voltar a apaixonar-me por ela! Como da primeira vez!...
Vai-se sempre a tempo de começar de novo? Claro que sim! "O universo encarrega-se de colocar as coisas no seu lugar." Assim espero...
domingo, 10 de janeiro de 2010
Relacionamentos - Arnaldo Jabor
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa: '- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- É... não deu certo...'
Claro que deu!
Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pôde ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nela ou nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta .
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta
Nada de dramas.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você.
E vice-versa.
Não fique com alguém por pena.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte.
Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- É... não deu certo...'
Claro que deu!
Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pôde ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nela ou nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta .
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta
Nada de dramas.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você.
E vice-versa.
Não fique com alguém por pena.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói.
Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte.
Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????
"A Arte da Simplicidade"
Para ler todos os dias ao pequeno-almoço:
“Não se apresse, qualquer coisa que seja verdadeiramente valiosa, leva tempo a desenvolver. Não se prenda nem rejeite nada. Solte-se. Não imponha objectivos e aceite tudo o que surgir. Não faça julgamentos. Não tome nada como garantido. Investigue por si mesmo. Seja gentil consigo própria e tente ver os problemas como desafios. Não pondere. Não é preciso analisar tudo. Não pense. Veja...”
A vida tal como ela é...
E se um “conhecido” lhe oferecer um par de patins?!
Bolas, que dói que se farta! Não é suposto que com a idade estas coisas comecem a doer menos?! Venderam-me esta ideia e agora quero o meu dinheiro de volta!
Passaram 6 meses... Sobrevivi! Houve dias que pareciam não ter fim... Dias em que por mais que tentasse não encontrava um chão... um motivo para me levantar da cama... Mas obriguei-me sempre a levantar! O que me dava forças?! Pensar: “Eu tenho que ficar bem! Eu tenho que ficar bem!”. E fui ficando!...
Em 6 meses mudei a minha vida só porque decidi que tinha que reagir. Que não podia deixar-me quebrar só porque alguém de repente se lembrou que se calhar não era bem isto que queria... Que se calhar podia arranjar alguém melhor, uma relação melhor, uma vida melhor!... E eu recebi um par de patins e fui devolvida à procedência como um artigo com defeito...
Todos temos o direito de nos “desapaixonarmos” mas devíamos ter, pelo menos, a obrigação de tentar reaviver uma relação que simplesmente se deixou cair na rotina... Mas é mais fácil começar de novo... Num outro lugar, com uma outra pessoa... E quando essa cair na rotina outra vez?
Recebi um texto que resume magnificamente esta questão:
"Hoje de manhã íamos no carro, depois de mais um acordar em correria, e eu sentia-me exausta, e olhei-te e estavas exausto, e lá atrás os miúdos gritavam um com o outro, É meu! Não, é meu! Ó mãe! Ele chamou-me bebé! Eu não sou bebé! E os gritos enchiam-nos os ouvidos e o sangue principiava a ferver-nos dentro das veias, sim, que eu bem senti o teu sangue ferver-te nas veias da mesma maneira que o meu, uma vontade imensa de gritar CALEM-SE C**AL*O!, e o cansaço, às 8.30, tão fundo.
Olhei para ti sem que te apercebesses (creio que estavas a entrar numa espécie de transe) e pensei: isto é a vida. A vida tal como ela é. E há poucas pessoas capazes de aguentar a vida como ela é. E quando se dão conta de que a vida não é como no Sexo e a Cidade, quando percebem que a vida não é só jantares românticos e festas e fins-de-semana em resorts de luxo, quando percebem que estão num carro, às 8.30 da manhã, completamente esvaídas, sem forças para darem um grito sequer, quando percebem, as pessoas - muitas pessoas - rebentam. Desistem. Dizem: Isto não é vida. Vou-me embora. Separo-me. Vou à procura de outra coisa. Melhor. Mais excitante. Mais glamorosa. Mais cool. A porra é que é engano. É mentira. É ficção. Daí a pouco, noutra casa, noutro carro, sentirão o mesmo. Sem tirar nem pôr. Porque isto é a vida. A vida tal como ela é. Claro que há momentos de uma felicidade que não tem tamanho nem preço nem palavras que a definam. Ah, sim, claro! Mas são momentos. Excelentes por serem isso mesmo: instantes. E a gente vai naquele carro e pensa: daqui a bocado vai ser melhor. Amanhã vai ser melhor. No fim-de-semana vai ser melhor. Nas férias vai ser excelente. Para o ano é que vai ser em grande. E vai. Mas a vida, a puta da vida, é aquele momento no carro. E a maior parte das pessoas que eu conheço não me parece minimamente preparada para aquele momento. Ou seja, para a vida."
(Sónia Morais Santos, DN)
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