domingo, 3 de outubro de 2010

1 ano e 4 meses depois cruzei-me contigo...
Não me viste, felizmente!... Foi um micro-segundo em que ainda hesitei se eras tu ou não. Vinhas com a tua nova aquisição feminina mas nem deu para ver.
Fiquei abalada, confusa, parecia uma melga que tinha levado uma vassourada de raspão. Nem percebi o que me tinha acontecido...
Mais cedo ou mais tarde teria que acontecer... E o timing até nem foi mau de todo!... Podia ter sido bem pior. Sem dúvida!
Mas senti imediatamente as minhas convicções caí
rem por terra. O trabalho de meses a ruir como um castelo de areia. Eu, que finalmente tinha percebido, não só na teoria como na prática, que para uma relação de merda mais valia MESMO não ter nenhuma...
De repente a minha vontade foi lançar-me nos braços da pessoa mais errada do mundo, mas a que está definitivamente mais perto, e pedir:
“Abraça-me”! Não me faças perguntas! Abraça-me só!...”

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