"Queres ver Deus a rir? Conta-lhe os teus planos."
(in, "Amor Cão")
domingo, 28 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Ora, e lá me partiram o coração outra vez!... Não me perguntem do que estava à espera, simplesmente achei que já merecia!...Não vou cortar os pulsos... É porque não era ele, ponto final. Não quero ser segunda escolha de ninguém... Mas não é por isso que dói menos!...
É como um murmúrio baixinho. Está cá dentro e eu ouço-o, sinto-o e dói. E cansa e apetece mandar tudo ao ar e baixar os braços. Já era justo! Eu sei que sim. Mas o mundo não é feito de justiças...
domingo, 7 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Quando se perde tudo pela primeira vez...
“Quando se perde tudo pela primeira vez fica-se com o terror de perder todas as vezes.” *
Deve ser isso mesmo que me está a acontecer porque a verdade é que estou aterrorizada! Não consigo dar nem mais um passo porque sei que não tenho arcaboiço para levar com uma tampa neste momento.
Há dias que acho mesmo que sim. Que és tu, que só podes ser tu! E que só tenho que deixar fluir porque, mais cedo ou mais tarde, tu vens. Vai acontecer... Faz todo o sentido!
Mas outros há em que deixo de acreditar em tudo. Em que olho ao espelho e estou farta de mim e me parece óbvio que não vai acontecer, que sou eu que quero muito e por isso estou a ver coisas onde não há...
E nesses dias percebo que não consigo. Não consigo mesmo dar mais um passinho que seja... Porque tenho medo. Porque estou frágil. Porque não aguento que me partam o coração outra vez...
E então cai uma mensagem. Chamas-me princesa... Desejas-me “Boa viagem!”... Garantes-me que vai correr tudo bem... E eu acredito. E rio e bato palmas como uma criança... E sou feliz outra vez!...
*(In, “Nos Teus Braços Morreríamos” – Pedro Paixão)
Deve ser isso mesmo que me está a acontecer porque a verdade é que estou aterrorizada! Não consigo dar nem mais um passo porque sei que não tenho arcaboiço para levar com uma tampa neste momento.
Há dias que acho mesmo que sim. Que és tu, que só podes ser tu! E que só tenho que deixar fluir porque, mais cedo ou mais tarde, tu vens. Vai acontecer... Faz todo o sentido!
Mas outros há em que deixo de acreditar em tudo. Em que olho ao espelho e estou farta de mim e me parece óbvio que não vai acontecer, que sou eu que quero muito e por isso estou a ver coisas onde não há...
E nesses dias percebo que não consigo. Não consigo mesmo dar mais um passinho que seja... Porque tenho medo. Porque estou frágil. Porque não aguento que me partam o coração outra vez...
E então cai uma mensagem. Chamas-me princesa... Desejas-me “Boa viagem!”... Garantes-me que vai correr tudo bem... E eu acredito. E rio e bato palmas como uma criança... E sou feliz outra vez!...
*(In, “Nos Teus Braços Morreríamos” – Pedro Paixão)
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