domingo, 25 de abril de 2010

Gostava de te perceber... Gostava mesmo muito de te perceber!...
Mais um fim-de-semana juntos... Quase três dias... E o que concluí?! Absolutamente nada!... Queres ou não queres? É consciente ou inconsciente?! Mas que parte? O querer ou o não querer?
Afastei-me. Portei-me bem. Fiquei no meu canto... E que fizéste tu? Procuraste-me... E o que tirei daí? Absolutamente nada!... Talvez apenas uma grande frustração... Que começa a já não ser assim tão grande porque cada vez me surpreende menos.
- “…quando me quiseres eu já não vou estar aqui para te querer.”*
Tenho pena mas começo mesmo a pensar assim...
(*in, "Nos Teus Braços Morreríamos")

segunda-feira, 19 de abril de 2010

“A vida não é boa nem má, é o que fizermos dela.”*
(*in, " Amor Portátil")

domingo, 18 de abril de 2010

“Mas talvez assim ainda seja mais belo. Como nada aconteceu podes ficar com tudo o que poderia ter acontecido...”*
Amo esta frase. Como quase todas do Pedro Paixão... Mas neste caso eu queria ficar com o que acontecesse não com o que pudesse acontecer. Estou demasiado cansada de ficar “com tudo o que poderia ter acontecido...”
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")
“É que há pessoas que te ajudam a viver e outras que te ajudam a morrer.”*
E eu achei que tu me fazias bem mas agora percebi que me começas a fazer mal. Porque me consegues fazer rir de felicidade e a seguir mergulhar no buraco mais fundo. Não o fazes por mal. Nem te deves aperceber. A culpa é minha! Quem me manda gostar de ti? Quem me manda esperar mais do que aquilo que podes ou me consegues dar?
Não se escolhe de quem se gosta... Acho que esta é a minha maior maldição!...
(*in, " Viver Todos os Dias Cansa")

domingo, 11 de abril de 2010

Acabei de receber...

...quase dois meses depois do meu aniversário! :-)

A puta da vida...

- É a vida!...
- É, é a vida!...
Pois, a puta da vida!... Apetece-me tirá-lo dali. Levá-lo para casa e cuidar dele. Ou melhor ainda, levá-lo para um outro mundo, um outro lugar onde doa menos, onde as coisas façam sentido… Não sei explicar esta ligação. Provavelmente deve-se ao facto de sermos ambos imortais… Não se escolhe ser imortal!...
- Antes assim…
- Acabou o sofrimento!...
Calem-se, por favor! Não falem do que não sabem!... O mundo parece andar à roda! A vida, a morte… É só isto? Afinal é só isto?
E andamos nós atrás de quê? De um pouco de afecto, de algo ou alguém que nos resgate a alma do inferno? É tão fácil nos perdermos!... Demasiado fácil… Demasiado apelativo!...
- Então agora tu é que és o homem da casa?!
Que homem, que casa? Fico a imaginar a tua cabeça a mil…
- O homem da casa?! É o gato!
O riso amargo… Só me apetece tirar-te daqui!...

Estou triste... Gostava mesmo de me estar nas tintas mas não estou!... É parvoíce! Sim, eu sei! E mais mal é meu! Mas não consigo evitar!
Gosto de ti! Apesar de tudo, gosto de ti! E apetecia-me mesmo que gostasses de mim! Mas que gostasses a sério! Não só um bocadinho! Isso não chega! Ou tudo ou não!
Queria virar o teu mundo do avesso! Baralhar-te a cabeça, desafiar as tuas rotinas! Ensinar-te a saborear a vida e a questionar as tuas certezas!...
A vida fez-me isso e, se na altura não percebi e senti que perdia o chão, hoje estou muito agradecida! Aprendi que podia ser muito mais feliz! Que só tinha que estar disposta a tentar... Que podia partir a cara vezes sem conta mas que no final valia sempre a pena... Por um motivo ou por outro!
Sei que não posso obrigar ninguém a acordar!... E não adianta de nada sofrer por causa disso mas esta nuvem negra não sai de cima da minha cabeça...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

“Não se preocupe demasiado com as coisas que são difíceis de alterar. Dê o seu melhor e não pense mais nelas.”*
Compreendo, concordo e subscrevo! Repito como um mantra sempre que me estou a angustiar com “coisas que são difíceis de alterar” mas nem por isso o aperto se vai embora...
Acho sempre que podia ter feito mais... e melhor!... São coisas que não se escolhem!
(*in, "A Vida é Bela")

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Não andava à tua procura mas encontraste-me.
Desconfiei mas acreditei. Fazia sentido. Era o momento certo... Ou eu queria acreditar que era.
Foste aparecendo e foste ficando. E dei por mim feliz por estares lá, simplesmente por estares lá.
Mas, assim como apareceste, escapaste-me por entre os dedos. Eu mal te vi... Quando olhei já não estavas lá. Como um sussurro... Foste embora como chegaste. Sem eu esperar, sem eu querer... E o mundo ficou cinzento outra vez!...

domingo, 4 de abril de 2010

Estou cansada... Estou tão cansada de me apaixonar pelas pessoas erradas. De me enganar sobre os outros. De achar que o problema sou eu...
Desta vez eu sei que o problema não sou eu!... Então porquê que nem por isso me sinto melhor? A sensação que tenho é que nunca sou suficiente... Suficientemente qualquer coisa!...
E isto cansa... E magoa... E mata mais um bocadinho!... Mata sempre mais um bocadinho!... Mesmo quando parece que já não tem mais por onde morrer...
Será que o problema sou eu?