sexta-feira, 27 de agosto de 2010

“E quando se pressente a mais remota hipótese de felicidade depois de tempos tão negros, devemos agarrá-la pelos tornozelos e não a largar até que ela nos arraste e tire da lama – isto não é egoísmo, mas obrigação. Se nos foi dado o dom da vida, é nosso dever (e também nosso direito como seres humanos) encontrar algo de belo nessa vida, por mais insignificante que seja.”
(in, “Comer, Orar, Amar”, Elizabeth Gilbert)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

"Hasta la vista, baby!"

Posso não saber o que quero... (Confesso, mea culpa!...) mas sei, indiscutivelmente, o que NÃO quero!
Não quero esquemas manhosos, não quero partir o coração aos outros (nem a terceiros). Não quero ser a outra, não quero ser a otária... Não quero voltar a abdicar de mim, da minha vida, dos meus planos e a colocar tudo isso nas mãos de alguém.
Não me quero magoar, não quero magoar ninguém...
O que quero eu afinal?! Provavelmente alguma coisa que não existe...
Porque não é bom o tempo todo, porque não é fácil. Porque há sempre uma pontinha de mágoa, muita dúvida, muito medo... E ou se aceita as regras do jogo ou vai-se para casa antes de este começar. A meio já não vale a pena. Já foste! Já entraste! Já vais ter que te aguentar à bronca! E lidar!
“Dealing” deve ser a palavra que eu mais acarinho neste momento! A palavra do ano...
“Dealing” com o bom e com o mau. Com o gosto e o desgosto. A descrença e a expectativa. Porque, por muito que diga o contrário, há sempre uma pontinha de esperança. Um “what if?!”. Que afasto para longe com um gesto de mão de quem diz: “ És tão estúpida! Porquê que tens sempre que fazer isso?”
É a vida... Tal e qual como ela é!...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Para grandes males...

...grandes remédios!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Uma criança pode sempre ensinar três coisas a uma adulto: a ficar contente sem motivo, a estar sempre ocupado com alguma coisa, e a saber exigir – com toda a força – aquilo que deseja.”
(in "Brida", Paulo Coelho)