Posso não saber o que quero... (Confesso, mea culpa!...) mas sei, indiscutivelmente, o que NÃO quero!
Não quero esquemas manhosos, não quero partir o coração aos outros (nem a terceiros). Não quero ser a outra, não quero ser a otária... Não quero voltar a abdicar de mim, da minha vida, dos meus planos e a colocar tudo isso nas mãos de alguém.
Não me quero magoar, não quero magoar ninguém...
O que quero eu afinal?! Provavelmente alguma coisa que não existe...
Porque não é bom o tempo todo, porque não é fácil. Porque há sempre uma pontinha de mágoa, muita dúvida, muito medo... E ou se aceita as regras do jogo ou vai-se para casa antes de este começar. A meio já não vale a pena. Já foste! Já entraste! Já vais ter que te aguentar à bronca! E lidar!
“Dealing” deve ser a palavra que eu mais acarinho neste momento! A palavra do ano...
“Dealing” com o bom e com o mau. Com o gosto e o desgosto. A descrença e a expectativa. Porque, por muito que diga o contrário, há sempre uma pontinha de esperança. Um “what if?!”. Que afasto para longe com um gesto de mão de quem diz: “ És tão estúpida! Porquê que tens sempre que fazer isso?”
É a vida... Tal e qual como ela é!...
Não quero esquemas manhosos, não quero partir o coração aos outros (nem a terceiros). Não quero ser a outra, não quero ser a otária... Não quero voltar a abdicar de mim, da minha vida, dos meus planos e a colocar tudo isso nas mãos de alguém.
Não me quero magoar, não quero magoar ninguém...
O que quero eu afinal?! Provavelmente alguma coisa que não existe...
Porque não é bom o tempo todo, porque não é fácil. Porque há sempre uma pontinha de mágoa, muita dúvida, muito medo... E ou se aceita as regras do jogo ou vai-se para casa antes de este começar. A meio já não vale a pena. Já foste! Já entraste! Já vais ter que te aguentar à bronca! E lidar!
“Dealing” deve ser a palavra que eu mais acarinho neste momento! A palavra do ano...
“Dealing” com o bom e com o mau. Com o gosto e o desgosto. A descrença e a expectativa. Porque, por muito que diga o contrário, há sempre uma pontinha de esperança. Um “what if?!”. Que afasto para longe com um gesto de mão de quem diz: “ És tão estúpida! Porquê que tens sempre que fazer isso?”
É a vida... Tal e qual como ela é!...
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