Há dias em que rimos para não chorar!... De há uns meses para cá tem sido mesmo assim.
É o comboio que avaria uma estação antes da pretendida, quando temos uma entrevista importantíssima à qual não podemos chegar atrasados. É o taxista que mete conversa e nos deixa num sítio completamente diferente do pedido. É alguém que derruba uma cerveja e nos encharca da cabeça aos pés no dia em que tínhamos estreado roupa e botas novas...
E nós continuamos a tentar rir das partidas da vida, a sentirmo-nos num gigantesco “big brother” e a pensar: “Já chega, não? Podem lá aparecer e parar com a brincadeira que começa a já não ter graça nenhuma!” Só que não pára... E o (so)riso começa a ser amarelo e acompanhado de uma lágrima de desespero ao canto do olho...
“Mas deixemo-nos de conversas tristes!... A que preço estão os caixões?!” – Ri a bandeiras despregadas! E assim um perfeito desconhecido deu alguma cor ao meu dia!
É o comboio que avaria uma estação antes da pretendida, quando temos uma entrevista importantíssima à qual não podemos chegar atrasados. É o taxista que mete conversa e nos deixa num sítio completamente diferente do pedido. É alguém que derruba uma cerveja e nos encharca da cabeça aos pés no dia em que tínhamos estreado roupa e botas novas...
E nós continuamos a tentar rir das partidas da vida, a sentirmo-nos num gigantesco “big brother” e a pensar: “Já chega, não? Podem lá aparecer e parar com a brincadeira que começa a já não ter graça nenhuma!” Só que não pára... E o (so)riso começa a ser amarelo e acompanhado de uma lágrima de desespero ao canto do olho...
“Mas deixemo-nos de conversas tristes!... A que preço estão os caixões?!” – Ri a bandeiras despregadas! E assim um perfeito desconhecido deu alguma cor ao meu dia!
Sem comentários:
Enviar um comentário