Há dias dei por mim a ver um episódio antigo de “O Sexo e a Cidade” e, enquanto a personagem principal se degladiava interiormente em relação a um espécime por quem erradamente se tinha apaixonado, dei por mim a atirar para a televisão: “Passa à frente! Isso não vai dar em nada!” E depois pensei para mim própria que era tão bom que alguém já tivesse avançado uns capítulos e nos pudesse avisar se valia a pena, ou não, perdermos preciosos minutos e ganharmos dispensáveis cabelos brancos por alguém.
No fundo, se Deus existe ele está precisamente nesta posição, não?!
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